Ao registrar momentos com o celular, a percepção de que a região abdominal parece maior do que o normal costuma estar ligada à escolha do ângulo e à postura adotada no momento do clique. Em vez de recorrer a técnicas desconfortáveis, como prender a respiração ou contrair o abdômen excessivamente, pequenas mudanças na forma de posar ajudam a alongar visualmente o tronco e conferem mais naturalidade à imagem.
Uma das abordagens mais recomendadas envolve evitar o alinhamento frontal completo com a lente da câmera. Ao girar o quadril em um ângulo de aproximadamente 45 graus e direcionar os ombros de maneira suave na direção do dispositivo, cria-se profundidade que reduz a largura aparente do tronco. Em registros de corpo inteiro, posicionar um pé ligeiramente à frente do outro e manter as pernas na diagonal também favorece a composição.
A distribuição do peso corporal e o posicionamento dos braços exercem influência direta sobre a silhueta. Apoiar a maior parte do peso na perna mais distante da câmera e manter as mãos relaxadas próximas à cintura auxiliam na criação de uma linha corporal menos rígida. Além disso, afastar levemente os cotovelos do tronco e manter a coluna ereta impedem que a região central pareça comprimida.
Para fotos capturadas na posição sentada, a recomendação é posicionar o corpo mais próximo à borda da cadeira e evitar o uso de assentos excessivamente baixos que promovam a curvatura da coluna. Distanciar adequadamente o aparelho celular para fugir de distorções provocadas por lentes em selfies muito próximas, aliado ao uso de iluminação suave e roupas com caimento adequado, complementa as técnicas para obter imagens equilibradas sem necessidade de edições complexas.
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

