A linha de smartphones topo de linha Galaxy S26 sofreu um reajuste de preços em todas as suas versões comercializadas no Brasil. Conforme apurado na loja oficial da fabricante, os aumentos variam entre R$ 300 e R$ 1.300, atingindo desde os modelos de entrada da categoria até as variantes mais avançadas.
Com a mudança, o Galaxy S26 de 256 GB passou a custar R$ 7.799, registrando uma alta de 4% em relação ao valor anterior. Na época do lançamento, em fevereiro, este modelo específico havia sido o único da nova geração a manter o patamar de preço da geração passada, mas agora toda a linha foi contemplada pelos novos valores.
Entre os modelos mais impactados está o Galaxy S26 Ultra de 1 TB, que teve o maior acréscimo de toda a tabela, passando a ser comercializado por R$ 16.799. Veja como ficaram os novos preços:
– Galaxy S26 (256 GB): de R$ 7.499 para R$ 7.799 (+ R$ 300)
– Galaxy S26 (512 GB): de R$ 9.099 para R$ 9.399 (+ R$ 300)
– Galaxy S26 Plus (256 GB): de R$ 9.199 para R$ 9.699 (+ R$ 500)
– Galaxy S26 Plus (512 GB): de R$ 10.799 para R$ 11.299 (+ R$ 500)
– Galaxy S26 Ultra (256 GB): de R$ 11.499 para R$ 11.999 (+ R$ 500)
– Galaxy S26 Ultra (512 GB): de R$ 13.099 para R$ 13.599 (+ R$ 500)
– Galaxy S26 Ultra (1 TB): de R$ 15.499 para R$ 16.799 (+ R$ 1.300)
**Crise de chips e impacto global**
Relatórios do setor indicam que a alta nos preços não é exclusiva do mercado brasileiro e reflete um cenário global que também afetou os Estados Unidos. O principal fator para a encarecimento dos dispositivos é a atual conjuntura do mercado de semicondutores.
A alta demanda por chips voltados para inteligência artificial fez com que grande parte da capacidade produtiva global fosse redirecionada para esse segmento. Fabricantes de componentes apontam que a construção de novas fábricas para equilibrar a oferta de memórias convencionais — utilizadas em computadores e celulares — não ocorre em tempo hábil. Além disso, algumas empresas do setor optaram por abandonar a fabricação de memórias tradicionais para concentrar esforços em data centers, pressionando ainda mais os custos finais para o consumidor.
Com informações: Tecnoblog — ver matéria original
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.
