Queda do dólar após o 1º turno de 2026: compensa comprar eletrônicos agora ou esperar a Black Friday?

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A recente oscilação na cotação do dólar após o primeiro turno das eleições de 2026 levantou dúvidas entre os consumidores que planejam adquirir novos eletrônicos, como smartphones, notebooks, televisores, componentes para PC ou consoles de videogame. A principal questão que movimenta o mercado é se vale a pena aproveitar o recuo da moeda americana ou aguardar as ofertas da tradicional Black Friday.

Especialistas do setor apontam que não se deve realizar compras precipitadas apenas por causa da variação cambial. Embora a moeda dos Estados Unidos exerça forte influência sobre o custo de mercadorias importadas e de peças utilizadas pela indústria nacional, essa oscilação não é repassada de forma imediata para o preço final praticado pelo comércio varejista.

A movimentação mais expressiva no câmbio ocorreu logo após o pleito. Na sexta-feira anterior à votação, o dólar comercial encerrou o pregão cotado próximo a R$ 5,216. Já na segunda-feira seguinte, a cotação registrou queda superior a 4% em uma única sessão, estabilizando na faixa de R$ 5. O movimento de baixa continuou na terça-feira (6), quando a moeda fechou na região de R$ 4,975, atingindo o menor patamar de encerramento desde maio. Na quarta-feira (7), o mercado abriu com uma leve correção, fazendo o dólar retornar para a casa dos R$ 5, mantendo-se ainda cerca de 4% abaixo do patamar pré-eleitoral.

Para fins oficiais, a taxa PTAX divulgada pelo Banco Central em 6 de outubro ficou estabelecida em R$ 4,9692 para compra e R$ 4,9698 para venda. Vale destacar que a PTAX serve como uma referência calculada pela autoridade monetária, apresentando eventuais divergências em relação ao dólar comercial negociado livremente durante os pregões.

Diante desse cenário, a queda aproximada de 4% no câmbio não significa que os produtos nas prateleiras sofrerão redução proporcional imediata. O impacto nos preços depende de estoques antigos, custos logísticos e estratégias de precificação de cada varejista, mantendo a expectativa em torno do comportamento do mercado para os próximos meses.

Com informações: Overdrive — ver matéria original

Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.