A Meta apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um relatório técnico afirmando que o canal “Exército do Lula”, criado para divulgar conteúdos de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não infringe as regras do WhatsApp. A manifestação ocorreu após solicitação da presidência da Corte para apurar o funcionamento da ferramenta de mensagens.
Segundo a empresa, a auditoria detalhou as diretrizes consideradas e a metodologia aplicada para detectar eventuais infrações às políticas da plataforma. O exame abrangeu aspectos como o comportamento de engajamento, possíveis ações coordenadas entre contas e atividades de divulgação, concluindo que o espaço digital opera em conformidade com as normas vigentes.
Histórico de suspensões e decisões na Corte
A situação do canal passou por diferentes etapas no tribunal. Inicialmente, a ferramenta chegou a ser suspensa por ordem do ministro Kassio Nunes Marques devido ao compartilhamento de conteúdos previamente questionados pela Justiça Eleitoral, mas a medida foi revertida posteriormente pelo ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
Novas restrições foram debatidas até que a situação jurídica se estabilizou com o registro oficial da iniciativa junto ao TSE. Recentemente, o ministro Floriano de Azevedo Marques determinou que novas suspensões individuais fiquem vedadas, estabelecendo que qualquer deliberação futura sobre o tema deverá ser submetida diretamente ao plenário da Corte.
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

