A Meta optou por adiar a implementação de seus novos termos comerciais, passando a data limite inicial de 30 de outubro para o próximo dia 20 de novembro. A mudança de cronograma ocorre em meio a intensas críticas e questionamentos levantados por anunciantes e organizações setoriais em relação ao escopo das novas regras.
Segundo relatórios do setor, o texto original permitia interpretações de que a empresa poderia coletar de forma ampla conteúdos de páginas corporativas para o treinamento de produtos baseados em inteligência artificial. Conforme apurado por agências internacionais, a situação gerou pressões junto a autoridades antitruste na União Europeia e no Reino Unido para a suspensão das diretrizes.
Reações e posicionamento oficial
Nos Estados Unidos, entidades representativas do setor midiático alertaram que as normas poderiam impactar negativamente o mercado de licenciamento de conteúdo digital. Em resposta às demandas, a companhia decidiu estender o prazo para dialogar com parceiros comerciais e esclarecer o funcionamento de suas ferramentas automatizadas de rastreamento.
Apesar da retificação na nova versão do documento — que retirou referências explícitas ao treinamento de inteligência artificial —, parte das preocupações permaneceu ativa entre os usuários comerciais. A empresa tem reiterado publicamente que as diretrizes não alteram a forma como seus sistemas acessam e indexam informações publicadas na internet.
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

