A tão aguardada versão revisada de um dos maiores RPGs da última década acaba de aterrisar oficialmente no mercado. The Witcher 3 Remastered tem seu lançamento cravado para hoje, 29 de setembro, entregando uma vasta gama de aprimoramentos técnicos estruturados do zero para extrair o máximo do hardware contemporâneo dos jogadores de PC.
Para acompanhar a disponibilidade do título nas lojas digitais, o estúdio liberou uma extensa lista contendo os requisitos detalhados de funcionamento para as máquinas de mesa. O grande diferencial dessa divulgação foi o foco da empresa em exibir o peso real da renderização nativa, mapeando as peças estritamente necessárias para rodar a obra sem depender em momento algum de softwares de upscale, como o NVIDIA DLSS ou o AMD FSR.
A decisão editorial do estúdio chamou a atenção da comunidade técnica. Atualmente, tornou-se rotina na indústria que os lançamentos projetem seus requisitos oficiais já contabilizando os ganhos artificiais gerados por essas tecnologias de assistência de resolução gráfica, mascarando o verdadeiro custo de processamento exigido das placas de vídeo.
Fontes consultadas nesta matéria:
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.
