Steam avança no ecossistema Linux com novo cliente de 64 bits

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A Valve deu um passo importante no desenvolvimento de sua plataforma para sistemas abertos ao iniciar a migração do cliente oficial do Steam no Linux para a arquitetura de 64 bits. A novidade foi disponibilizada na versão beta do software e representa uma evolução técnica significativa para o ecossistema de jogos voltado a esses sistemas operacionais, atendendo a uma demanda antiga da comunidade que persistia desde 2014.

Embora componentes isolados da interface, como o navegador interno, já operassem em 64 bits há algum tempo, a alteração agora alcança o núcleo da aplicação. Com a mudança, o programa passa a rodar dentro de um contêiner próprio de Steam Runtime, alinhando-se ao formato já utilizado pelos jogos na plataforma e garantindo maior isolamento e segurança.

Apesar da atualização estrutural, o software ainda mantém dependências de bibliotecas e drivers de 32 bits para assegurar a compatibilidade com títulos mais antigos. Além disso, sistemas operacionais restritos exclusivamente a 64 bits continuam a ser classificados como incompatíveis pela desenvolvedora.

Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

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