A evolução da Brasil Game Show: O fim de uma era e a transformação do evento

A evolução da Brasil Game Show: O fim de uma era e a transformação do evento

Foto: Diego Corumba/Canaltech

Inaugurada em 2009, a Brasil Game Show consolidou-se ao longo dos anos como o principal evento de jogos eletrônicos da América Latina, atraindo multidões e servindo de palco para grandes anúncios e estúdios de expressão global. No entanto, a edição de 2026 evidenciou uma transformação drástica em sua proposta original, com uma presença reduzida de fabricantes tradicionais de hardware e software e um espaço ampliado para marcas de segmentos diversos e feiras de varejo.

A transição de foco para criadores de conteúdo e marcas

Embora a essência voltada para os videogames tenha marcado os primeiros 17 anos da feira — acompanhando a transição de gerações de consoles como PlayStation, Xbox e Nintendo —, a dinâmica atual do evento mudou o eixo central para a conexão entre o público e influenciadores digitais. Com mais de cem personalidades da internet confirmadas, a programação passou a atender prioritariamente ao engajamento digital e a marcas como VISA e Team Liquid, que aproveitaram o espaço para aproximar suas comunidades do ambiente físico.

A visão dos expositores e os desafios estruturais

Enquanto marcas e organizações de esports avaliaram positivamente a oportunidade de estreitar laços com o público e impulsionar estratégias comerciais, visitantes e expositores apontaram pontos críticos na organização de 2026. A ausência de grandes nomes da indústria, como PlayStation, Xbox, Ubisoft, NVIDIA e AMD, gerou debates sobre o custo e o retorno dos espaços, deixando claro que a feira busca agora um novo público e objetivos distintos em relação ao seu formato clássico.

Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

AO VIVO