Após anos de espera e foco da Konami em outras frentes, a franquia Castlevania retorna ao gênero metroidvania com o lançamento de Castlevania Belmont’s Curse. Desenvolvido pela Evil Empire, estúdio conhecido por Dead Cells, o título carrega o peso de revitalizar uma das marcas mais icônicas dos videogames em uma era pós-Silksong.
Conforme apurado pela análise completa do jogo, que exigiu mais de trinta horas para atingir cem porcento de conclusão, o título demonstra que a série ainda possui fôlego de sobra na geração atual. Embora não seja o maior ou o melhor lançamento da história da franquia, a obra consegue introduzir conceitos diferentes sem desrespeitar o legado deixado pelos antecessores.
Enredo e novos personagens
A narrativa se passa vinte e três anos após os eventos de Castlevania 3 e vinte anos após Curse of Darkness, posicionando a história em Paris durante uma noite eterna. O foco central acompanha Trevor Belmont, agora mais velho, e sua filha Rose, fruto do casamento com Sypha Belnades, em uma missão para livrar a cidade das trevas.
Enquanto a trama principal envolve o retorno inevitável de Drácula, o enredo também explora o desenvolvimento de Rose como herdeira da família. A jovem precisa dominar não apenas o icônico chicote, mas também a perigosa maldição de Drácula herdada em seu braço, adicionando dilemas dramáticos e subtramas paralelas à jornada.
Com informações: Flowgames — ver matéria original
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

