Uso compulsivo de telas por jovens entra na mira de novas regras no Brasil

Uso compulsivo de telas por jovens entra na mira de novas regras no Brasil

Foto: Olhar Digital

O combate ao uso compulsivo de telas por crianças e adolescentes ganha força no cenário regulatório brasileiro. A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) conduz debates para definir prioridades normativas que buscam conter mecanismos tecnológicos voltados a capturar a atenção do público jovem no ambiente virtual.

Entre os recursos sob análise estão estratégias de engajamento conhecidas como design viciante, a exemplo da rolagem infinita, da reprodução automática de conteúdos e do envio constante de notificações. O objetivo da agência é estabelecer diretrizes claras para mitigar o estímulo ao consumo exagerado e promover um ecossistema digital mais seguro para menores de idade em todo o país.

Próximos passos da agenda regulatória

O processo normativo contempla etapas de participação social para mapear as principais demandas do setor antes da formulação de exigências específicas. A iniciativa faz parte do planejamento estratégico da autarquia voltado para a definição de eixos prioritários que incluem a supervisão parental, padrões de design seguro e a ampliação da transparência das plataformas digitais.

Com a consolidação das contribuições enviadas por especialistas, empresas e pesquisadores, a autarquia federal estruturará as diretrizes definitivas que orientarão a fiscalização e o cumprimento de normas de proteção à infância no ambiente online.

Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.