A Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM) aprovou oficialmente a descontinuação dos segundos bissextos nos relógios de todo o mundo. A decisão foi tomada para prevenir problemas complexos de sincronização em sistemas digitais, especialmente diante da possibilidade de o planeta exigir um segundo bissexto negativo no futuro.
Segundo relatórios do setor, a entidade responsável pela atualização do Sistema Internacional de Unidades avaliou que esse tipo de ajuste mecânico impõe riscos severos a infraestruturas críticas modernas. Especialistas apontam que lidar com essa alteração poderia exigir investimentos equivalentes aos mobilizados na preparação global para o Bug do Milênio.
O mecanismo do segundo bissexto foi criado historicamente para alinhar o Tempo Universal Coordenado (UTC), fundamentado em relógios atômicos, com o UT1, calculado com base na rotação da Terra. Como a velocidade rotacional do planeta apresenta variações inconstantes, pequenas correções eram adicionadas periodicamente para compensar a distância entre os dois padrões.
No entanto, com a expansão massiva de redes elétricas, servidores corporativos e dispositivos de Internet das Coisas (IoT), a dependência de precisão temporal tornou-se ainda mais crítica. A transição para o modelo de UTC Contínuo visa pacificar essas disparidades, permitindo uma margem de defasagem planejada sem ameaçar a estabilidade da tecnologia conectada globalmente.
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

