A abertura da pré-venda do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da Apple, foi marcada por extensos prazos de entrega em diversos países, gerando debates e críticas no setor tecnológico. Iniciada em 16 de outubro com o cronograma oficial de disponibilidade comercial previsto a partir do dia 23 do mesmo mês, a fase de reservas sofreu alterações drásticas nas estimativas de recebimento em menos de meia hora de funcionamento da loja virtual.
Em análises publicadas em boletins especializados do setor, especialistas apontaram que a estratégia de lançamento simultâneo em mais de 70 regiões configurou um equívoco operacional por parte da fabricante. Segundo as avaliações divulgadas, a companhia já possuía ciência de restrições na cadeia de produção do novo dispositivo, mas optou por manter uma estreia global ampla sem o volume de estoque adequado para suprir a demanda inicial.
Em pronunciamentos oficiais enviados à imprensa, representantes da empresa classificaram a procura pelo novo modelo como extraordinária e asseguraram que equipes internas atuam para otimizar os processos logísticos e acelerar o envio aos consumidores. No entanto, a corporação se absteve de divulgar dados numéricos concretos a respeito do volume total de unidades fabricadas ou do montante exato de aparelhos comercializados durante as primeiras horas.
O planejamento inicial da fabricante previa um lançamento segmentado, com prioridade inicial para os mercados dos Estados Unidos e da China, estendendo a comercialização para demais regiões em etapas posteriores. Com a alteração para um lançamento ampliado que incluiu o Brasil logo na primeira fase, compradores que realizaram pedidos antecipados depararam-se com previsões de entrega estendidas até janeiro de 2027, embora os prazos reais possam sofrer oscilações conforme o canal de venda e o estoque dinâmico.
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

