A indústria automotiva da China tem voltado sua atenção para o segmento de veículos anfíbios, impulsionada por inovações tecnológicas voltadas à segurança em cenários de alagamentos severos. Recentemente, a Geely apresentou o Battleship 700, um utilitário robusto projetado para flutuar e navegar por até 40 minutos. O modelo rapidamente atraiu milhares de reservas em poucos minutos após o anúncio, integrando-se a um grupo crescente que já conta com concorrentes como o YangWang U8, da BYD, e o Jetour G700, integrante do grupo Chery.
Para viabilizar a navegação, esses veículos utilizam o Princípio de Arquimedes, aproveitando o volume de água deslocado pela carroceria selada para sustentar o peso do automóvel. Enquanto a proposta da BYD emprega o próprio giro das rodas como meio de propulsão, as linhas da Geely e da Chery adotam hélice elétrica na traseira combinadas com sonares para mapear obstáculos submersos, alcançando uma velocidade de até 7 km/h na água. Além disso, as estruturas contam com vedações completas, proteção elétrica aprimorada e sistemas automatizados que isolam a cabine ao detectar imersão.
Dispositivo de segurança e planos para o Brasil
Apesar da repercussão internacional e do forte apelo tecnológico que transformou a capacidade anfíbia em um símbolo de status, as montadoras deixam claro que a função não foi desenvolvida para substituir embarcações tradicionais. O recurso atua primordialmente como um mecanismo adicional de proteção para condutores em situações críticas de inundações. Embora o alto custo torne o uso cotidiano inviável, relatórios do setor confirmam que esses utilitários têm lançamento programado para o mercado brasileiro nos próximos anos, embora a disponibilização completa da função náutica no país ainda passe por avaliação.
Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

