BGS 2026 encerra 17ª edição com foco em grandes lançamentos e mudanças estruturais

BGS 2026 encerra 17ª edição com foco em grandes lançamentos e mudanças estruturais

(Imagem: Engage XP/ Reprodução)

A Brasil Game Show (BGS) 2026 encerrou oficialmente a sua 17ª edição após quatro dias de intensa programação realizada entre os dias 9 e 12 de outubro, no Distrito Anhembi, na capital paulista. O evento deste ano reuniu demonstrações de títulos aguardados, campeonatos de esports, atividades voltadas para o público geral e encontros com criadores de conteúdo, embora mudanças na disposição física e a ausência de algumas marcas tradicionais tenham ficado evidentes.

Enquanto gigantes da indústria como PlayStation e Xbox adotaram posturas mais discretas ou ficaram de fora da área principal de exposição com estandes próprios, empresas como Nintendo, SEGA, Square Enix e Activision assumiram o protagonismo ao disponibilizar experiências jogáveis diretamente ao público. Com isso, os testes de futuros lançamentos ganharam um peso ainda maior na dinâmica da feira.

Grandes estandes e novidades de peso

A SEGA atraiu atenção ao trazer uma seleção robusta de futuros lançamentos, incluindo títulos como Stranger Than Heaven, Persona 4 Revival, Alien: Isolation 2, Crazy Taxi: World Tour e Sonic Pico Park. A variedade de propostas garantiu um fluxo constante de visitantes interessados em testar desde experiências de ação até gêneros voltados para o modo multiplayer.

Por sua vez, a Nintendo apostou em franquias consolidadas com atrações como Pokémon Pokopia, Donkey Kong Bananza, Super Mario Galaxy 1+2 e Nintendo Switch Sports Resort. Em uma parceria estratégica com a Activision e a Monster Energy, o espaço também ofereceu dezenas de estações dedicadas a Call of Duty: Modern Warfare 4, inclusive com testes rodando no Nintendo Switch 2.

Já a Square Enix marcou presença com a primeira demonstração na América Latina de Final Fantasy VII Revelation, acompanhada por Final Fantasy Resonance e uma réplica interativa da Buster Sword. No entanto, o apelo do título gerou gargalos operacionais: relatórios do setor apontaram que o estande contava com poucas estações de teste, resultando em filas que alcançavam até três horas de espera para sessões de aproximadamente cinco minutos.

Espaço independente e novos formatos

O cenário autoral também teve espaço garantido por meio da Área Indie, que reuniu 70 jogos desenvolvidos por 31 estúdios diferentes. A iniciativa ampliou as alternativas para o público que buscava produções fora do circuito das grandes publishers, embora a localização exata e o dimensionamento do espaço tenham sido alvos de questionamentos por parte dos frequentadores em meio à distribuição geral do pavilhão.

Com informações: Olhar Digital — ver matéria original

Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.

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