Eleições 2026: saiba quais dispositivos eletrônicos são proibidos na cabine de votação

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Com a realização do primeiro turno das Eleições 2026 neste domingo (4), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou as diretrizes para assegurar o sigilo do voto na cabine de votação. A determinação, que também se aplica a um eventual segundo turno marcado para 25 de outubro, proíbe a entrada de smartphones e diversos outros dispositivos eletrônicos capazes de registrar, transmitir ou divulgar dados sobre a escolha do eleitor.

De acordo com as normas divulgadas, a restrição abrange uma ampla gama de equipamentos tecnológicos e acessórios. Entre os itens proibidos na cabine estão celulares, máquinas fotográficas, filmadoras, óculos inteligentes com capacidade de gravação de imagens, relógios e pulseiras conectados, câmeras corporais, microcâmeras e aparelhos de radiocomunicação. Além disso, acessórios que contenham câmeras, microfones ou recursos de comunicação — como canetas, chaveiros, bonés, chapéus e broches — também não podem ser levados para o momento da votação.

A medida tem o propósito fundamental de preservar o caráter secreto do escrutínio, impedindo qualquer tentativa de registro, transmissão ou divulgação da escolha eleitoral. Conforme apurado, a restrição atua de forma preventiva contra irregularidades como a compra de votos, prática na qual o eleitor poderia ser coagido a apresentar provas de sua preferência nas urnas.

Procedimento com o celular
O uso do smartphone é permitido exclusivamente na etapa anterior à votação, caso o eleitor precise apresentar o aplicativo e-Título ou outro documento digital oficial de identificação. Após passar pelo processo de identificação junto aos mesários, o aparelho deve ser rigorosamente desligado e depositado no local indicado pela mesa receptora antes do acesso à cabine.

A mesa receptora assume a responsabilidade pela guarda temporária do dispositivo, efetuando a devolução assim que o pleito for concluído pelo eleitor. Caso ocorra recusa na entrega do aparelho, o voto não será autorizado naquele instante, exigindo o registro do incidente em ata e, se necessário, o acionamento da força policial. Diante de dúvidas sobre acessórios ou equipamentos específicos, a presidência da mesa tem autoridade para requisitar esclarecimentos e verificar as características externas dos itens.

Com informações: Olhar Digital — ver matéria original

Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e revisada por um jornalista antes da publicação.